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Novo residencial em Santo André reúne serviços médico, fisioterapia e terapias para idosos

Publicada em: 15/04/2026 15:08 -

Residencial Florência recebeu investimento total de R$ 3,5 milhões desde sua concepção.

Santo André, em São Paulo, acaba de ganhar um empreendimento residencial voltado à população mais velha, com oferta de serviços médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas e terapeutas ocupacionais, responsáveis por uma rotina que inclui fisioterapia, atividades cognitivas, oficinas artísticas, práticas de mindfulness, horta terapêutica e pet terapia.

O Residencial Florência recebeu investimento total de R$ 3,5 milhões desde sua concepção, tem expectativa de faturamento anual acima de R$ 3 milhões e já projeta a abertura de uma nova unidade no ABC paulista no médio prazo.

“A economia prateada não é uma tendência passageira. É uma transformação estrutural do país. Quando estruturamos o Florência, pensamos em um modelo escalável, financeiramente sustentável e que entregasse alto padrão com gestão eficiente, priorizando sempre o cuidado humanizado. Nosso objetivo é consolidar a operação e avançar para novas unidades no ABC”, afirma Fernando Nasser, um dos fundadores do empreendimento, ao lado de Luigi Perazza Martins.

Com mensalidades a partir de R$ 7 mil, o empreendimento atende idosos independentes, semidependentes e dependentes, oferecendo planos individualizados de cuidado e acompanhamento multidisciplinar.

Arquitetura e tecnologia

Instalado em uma área residencial estratégica de Santo André, o Residencial Florência possui cerca de 750 m² de área construída e 120 m² de jardim integrado, com mais de 50 espécies de plantas. A proposta arquitetônica busca preservar elementos originais de uma antiga mansão, agregando identidade ao projeto.

O residencial também incorpora tecnologia aplicada à segurança e à prevenção de riscos, com monitoramento 24 horas, controle de acesso, dispositivos de emergência nos quartos e sistemas de prevenção de quedas.

“O envelhecimento da população exige soluções que combinem gestão, experiência e cuidado humanizado. Não queríamos criar apenas uma instituição, mas um modelo de moradia assistida que respeite autonomia, preserve vínculos e gere valor para famílias e investidores. O Brasil está envelhecendo rapidamente, e isso exige inovação responsável”, destaca Martins.

 

🗒️ Pesquisa, Redação e Edição: Carlos Martins

✍️ Da Redação | Mercado & Consumo

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📸 Imagem/Reprodução

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